Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

Dois mais dois


As coisas deixaram de ser fáceis... óbvio, isso iria fatalmente acontecer. De repente eu sinto a dificuldade da vitória, mas a sinto cada vez mais perto.


Nós vamos conseguir sabia? Vamos chegar lá, com suor na testa, algumas cicatrizes mas um grande sorriso no rosto.


Ah, o que realmente tenho para falar é que estamos com o maior projeto desse ano e vamos concluir tudo com honra e louvor.


O desabafo é breve mas sincero. Eu sei que tudo vai acabar bem, mas até não acabar, vou controlando essa minha ansiedade louca, essas dores de cabeça que me matam, essas tonturas malditas que me levam para o mundo paralelo e o stress. Stress de deixar qualquer pessoa em volta assustada.


Sabe qual é o remédio do futuro? A pílula da auto-estima! Um dia eu invento, sou craque nisso.

Terça-feira, 10 de Março de 2009

Cheio de luz

Ao meu grande amigo Marcos, que sempre estará presente em nossas farras, festas e bebedeiras!

Pessoas assim especiais são difíceis de encontrar, bom que te encontrei.


Fique bem!

Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

Mulher evoluída

A questão aqui não é analisar se mulher é um ser evoluído ou não. Apesar do termo "mulher evoluída" ser machista, não é essa a questão. A questao é ser considerada uma mulher evoluída.

Estava eu em uma de minhas aventuras pela vida quando me deparei com a frase "você é uma mulher evoluída". Vale lembrar que eu não considero a auto-afirmação uma forma de arrogância, dependendo da forma como ela é exposta. O ser humano que proferiu tal julgamento sobre a minha pessoa fez com que eu tivesse meus 5 minutos de reflexão sobre mim mesma.

Eu me considero uma mulher evoluída, mas acima disso, um ser humano evoluído. Trata-se muito mais do que não jogar lixo no chão ou dar seu lugar no metrô para os idosos, isso são obrigações cidadãs. Trata-se de você ter consciência de si mesmo, de sua existência, do que é bom ou não para você e acima disso tudo, continuar.

O ser humano em questão, analítico por natureza, me disse também que isso se dá pelo fato de eu ser bem amada. Minhas resoluções práticas e a maneira como encaro as circunstâncias são reflexos nada mais nada menos do que um bom amor.

Eu tenho bons amores. Aliás, ótimos amores, os maiores que eu poderia ter. Me colocaram no mundo, fizeram de mim quem sou. Tem aqueles também que cresceram comigo e compartilharam desde minhas primeiras mentirinhas até as maiores brigas. Depois vieram os amores que vem e vão e conforme permanecem, só crescem. Viram o maior amor que eu já tive e que é o motivo de meus melhores e maiores sorrisos.

A questão é ter consciência de si e dar valor tanto às pequenas quanto às grandes coisas. Clichê mas verdade.

Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008

Vacanze à la bancarotta

É o desejo de todo trabalhador, as sonhadas férias!
Você trabalha o ano todo para ganhar uma graninha e, quem sabe, tirar umas férias no fim do ano.
Apesar de eu não ter FÉRIAS, eu terei meus 5 dias úteis de férias remuneradas. Juntando os fins de semana que circundam a semana, mais 4 dias. Logo, terei 9 dias de muita (mas muita mesmo) água de coco.

Marquei de viajar com meu mais que meu super-herói para uma cidade famosa e suas belas praias de nosso litoral brasileiro. Conseguimos um carro, um apartamento, estamos pesquisando reservas em uma cidade bonitinha e paradisíaca que fica por perto... Tudo está na mais bela harmonia e parece que nada dará errado!

A não ser... A não ser que você receba 10% do seu salário de dezembro no final do ano. Uma confusão no RH, um mês de afastamento, alguns descontos e pronto, seu fim de ano está na miséria.
A merda só não é maior porque eu me previni e contive os gastos nos meses anteriores.
A revolta é grande!

Comprar aquele biquini lindo ? Não. Oculos escuros?? Não. Roupas leves de praia? Nããaooo. Maldito RH. E ainda dizem por aqui que trabalhamos numa televisão de primeira!
Vou precisar de um dia inteirinho de praia, água de coco, bronzeador e muita areia na canga de praia para me desestressar desse infortunio, viu...!

Terça-feira, 28 de Outubro de 2008

Re-pasbrandoassado

Outro dia eu estava lendo as minhas anotações. Não chamo de "diário" porque eu não escrevia todo dia. Eu apenas escrevia. E lá estavam elas, as anotações, todas guardadas numa gaveta que eu não abria a um certo tempo. Da gaveta saíram milhares de papeis sobre coisas que um dia já fizeram sentido para mim, como a notinha de uma compra de 2004 ou as anotações dos compromissos de fevereiro de 2005. O que tinha de importante, algum significado ou apenas eu nao tive coragem de descartar, ficou.

Eu não tive paciência de ler tudo, é bastante coisa. Mas uma coisa eu percebi: como os anos passam rápido e com eles, muitos planos, idéias e, acima de tudo, coisas passageiras. As coisas estão lá anotadas para que eu não esqueça daquela gafe horrorosa que eu cometi e para que talvez eu nao vá cometer novamente, aquela fofoca master que rolava com as amigas... Tudo, tudo está anotado. Até os momentos mais triste eu tive a proeza de transcrevê-los em palavras e pude sentí-los, mas de uma forma completamente diferente.

Hoje eu não escrevo mais. Não lembro, não tenho paciência, não tenho tempo. Mas tenho certeza de que quando for lembrar dessa época, de hoje, do que aconteceu ontem a noite ou o que vai acontecer amanhã, será com um grande sorriso no rosto. Vou escrever um "eu estou feliz" que talvez signifque muito mais do que um mar de palavras.

Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008

Meu querido pé

Há os que digam que o dedo mindinho é a parte do corpo mais inútil. Mentira.
Você só percebe a falta que alguma coisa faz quando você a perde. Ou quebra.
Eu quebrei o dedo mindinho. Para ser mais exata, o 5º quirodáctilo.

Meu pé estava aqui, o batende da porta alí. Como um imã, eu dou uma pequena escorregadinha e pronto, os dois se encontram num choque que, para o quirodáctilo, é fatal. Sinto aquele "créqui" praxe de quem quebrou alguma coisa valiosa. Acreditem, o dedo mindinho é valioso e importante!

Sorte a minha que eu tenho um super-homem particular. Lá vou eu nos braços (ou melhor, empurrada na cadeira de rodas) por ele. Me senti dimiuída, confesso, sem conseguir andar, mas já que ele estava alí e eu com o dedo quebrado, porque não aproveitar né? SUS, here we go!
Tudo isso por volta das 6 da manhã de um sábado.

Posso assegurar que, se você quebrá-lo, sua vida vai mudar!
Primeiro, você não consegue pisar. Andar? Na primeira semana só dando pulinhos estilo saci-pererê. Na segunda já rola aquela mancadinha básica... Não colocam gesso no seu pé. O mindinho, pequeno e, no meu caso, gordinho como é, só merece ser imobilizado com seu irmão-dedo vizinho. Logo, meu destino nas próximas semanas é mancar.

Bom, no fim das contas, eu ando mancando lenta e vagarosamente. Voar só quando estou com o super-homem, mas ele não pode dar bandeira senão descobrem sua identidade!
São aproximadamente 6 semanas para que o pequetito quirodáctilo volte a ser como era antes: o esquecido e (agora mais que nunca) necessário dedo mindinho.


Quarta-feira, 20 de Agosto de 2008

Conselho reflexivo

Estranho olhar para o lado e sentir-se mal por ser você mesmo.
A partir do momento em que você sente que seu próprio você, sua única coisa realmente importante que você guarda dentro de si está quebrada, não há nada que se possa fazer a não ser consertá-la.
Não adianta guardar um copo quebrado dentro de uma bela caixa... Os cacos sempre estarão lá e você sempre vai sentir que, na verdade, sua plenitude só será alcançada quando você perceber que não adianta olhar para o vazio de fora quando há um maior ainda por dentro.